O Supremo Tribunal Federal deve decidir hoje se Eduardo Cunha permanece ou não no comando da Câmara. Os ministros vão julgar um pedido da Rede, de Marina Silva, que questiona o fato de o peemedebista ocupar o cargo, que é o segundo na linha sucessória da presidência da República, mesmo sendo réu de uma ação da Lava Jato que o acusa de receber propina.

Um pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de afastamento de Cunha da presidência da Câmara e do mandato de deputado aguarda desde dezembro do ano passado por uma análise do Supremo. Dias atrás, o Nexo perguntou a especialistas em direito o motivo da demora. Aqui estão as respostas.

A tendência dos ministros é manter Cunha onde está, mas com uma ressalva: ele teria de deixar de figurar na linha sucessória presidencial pelo fato de ser réu por corrupção. A ver a decisão de hoje no Supremo.