Dilma ainda luta para manter o cargo e se apoia em manifestações contra o impeachment. Ontem, num gesto pouco usual, ela desceu a rampa do Palácio do Planalto para se juntar a um grupo de 400 mulheres que foram dar um “abraçaço” na sede do governo federal.

Mais cedo, em entrevista a jornalistas estrangeiros, a presidente voltou a defender a legalidade de seu mandato. E comentou a fala do deputado Jair Bolsonaro, que dedicou seu voto pelo impeachment ao coronel Carlos Brilhante Ustra, que comandava torturas durante o regime militar. “É terrível homenagear o maior torturador do Brasil”, disse Dilma.