O Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Grajaú (CMDPD) realizou na última quinta-feira (2), uma Audiência Pública sobre a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), com a finalidade de garantir sua aplicação e despertar consciência para ações à comunidade inclusiva (deficientes auditivos, físicos, visuais e intelectuais) no município de Grajaú e região.

O evento que contou com a participação de representantes dos municípios de Sítio Novo, Porto Franco, Açailândia, São João do Paraíso, Formosa da Serra Negra, povoado Alto Brasil, e instituições de Grajaú, entre elas Abrigo do Idoso São Vicente de Paula, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), Vila São Marino, Centro de Equoterapia e igrejas, deliberou após ampla discussão, que o Conselho oficialize o poder executivo municipal e outros órgãos de controle social para ampla divulgação e fiscalização para o cumprimento da LBI.

“Entre as deliberações a audiência recomendou ainda; que os vereadores estejam em sintonia com a demanda do seguimento inclusivo; e que a prefeitura de Grajaú realize um concurso público para professores de educação especial haja vista que o concurso não atendeu as necessidades dos deficientes, especialmente me braile e libras”, explicou Jorge Hilário, presidente do CMDPD.

Participaram também da audiência o juiz de direito da 2ª vara do Poder Judiciário de Grajaú, Alessandro Arraes Pereira; o presidente do Poder Legislativo Municipal, Marinaldo do Gesso (PTN); representantes dos conselhos estaduais de Assistência Social, Jairo Dias, e dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Fórum Maranhense dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Genilson Protasio; vereadores, secretários municipais, presidentes de conselhos, empresários, representantes de instituições financeiras, sindicatos, educadores e estudantes.

A audiência foi toda traduzida na Língua brasileira de sinais (LIBRAS), a segunda língua oficial do Brasil, pela intérprete Ana Paula Anny Sá.

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